segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Entrevista de emprego - Parte 2


(foto retirada da internet)

Quando a vi na sala de espera, o meu coração disparou. Reparei que ela ficou nervosa por me ver, o que talvez fosse um bom sinal. Tive vontade de mandar as candidatas todas embora, a minha assistente, e chamá-la para entrar na minha sala, mas não podia ser. Tinha de fazer as entrevistas em termos e concentrar-me para não dar muito nas vistas.

Enquanto abria a porta para uma candidata entrar, ou sair, fitava-a, e ela a mim. Estava linda, de uma forma clássica e com bom gosto. Aquela saia cinzenta ficava-lhe muito bem, contornando aquelas coxas roliças, e ia ficar ainda melhor depois que eu a amarrotasse com as minhas mãos.

Tentei despachar as candidatas o mais rápido que pude e, antes de ela entrar, dispensei a minha assistente, com calma, e tentando não dar muito nas vistas. Eram quase horas de almoço e foi uma boa desculpa.
Ela estava cada vez mais nervosa, e via isso a cada passo que ela dava em direcção à porta do meu gabinete. Sentia o seu perfume cada vez mais perto de mim, e isso enlouquecia-me. Um misto de lembranças criou um turbilhão na minha cabeça e o meu membro já começou a dar sinais.

Fechei a porta atrás dela e, quando me dei conta, ela já sorvia a minha boca e tinha uma perna à minha volta. Esta mulher dava cabo de mim! Fazia-me esquecer completamente a vida enfadonha que vivia, entre uma mulher que não me dava carinho, as contas que tinha para pagar, as idas ao ginásio apenas para libertar este fogo que tinha dentro de mim.

Encostei o meu pau à vulva dela, para que sentisse como ela me deixava louco. As calças não apertavam muito, pois eram de fato, mas a tenda já estava mesmo armada e agora tínhamos de resolver o assunto. Nunca fui de perder tempo, sobretudo quando já sei em que pé as coisas estão e, enquanto a gente se beijava, eu já enfiei a mão dentro das cuecas dela e senti que estava completamente molhada. Passei o dedo no grelo dela e ouvi-a dar um gemidinho meio que contido e deu-me uma mordida no lábio.

Tranquei a porta, só para garantir, peguei nela pelas nádegas e levei-a para cima da mesa.

(...)

2 comentários:

  1. Obrigado pela opinião Helena, e obrigado por seres uma leitora fiel, desde o início. Beijokas ;)

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